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6 dicas para evitar o surgimento de pelo encravado

O pelo encravado é chato, né? Ele aparece na virilha, nas pernas e às vezes até no bumbum. Mas, calma! Compartilhamos os melhores truques para evitá-los.

Redação Océane

31/03/2023

6 min de leitura

Redação Océane

6 min de leitura

pessoa puxando os pelos do braço com uma pinça

Quem nunca sofreu com um pelinho encravado? É aquela bolinha avermelhada que aparece no corpo, geralmente na região das axilas, virilha e bumbum, bem parecida com uma espinha. A semelhança é tanta que muita gente acaba confundindo com acne corporal, mas o pelo encravado é uma condição bem diferente.

Se você costuma sofrer com isso, vem com a gente para entender tudo sobre o assunto! Vamos explicar o que é, quais são as causas e compartilhar os melhores truques para evitar o problema.

Afinal, o que é pelo encravado?

O pelo encravado surge quando o fio não consegue romper a camada córnea da pele (camada externa) e acaba ficando preso na epiderme. Com isso, o pelo tende a inflamar e nosso organismo o reconhece como um corpo estranho, causando a tão temida foliculite.

Depois, a inflamação do pelo forma uma bolinha vermelha ao redor — com pus ou sem — muito parecidas com a acne, além de coceira, dor e até inchaço na região, a depender da gravidade. É possível também ter mais de um pelo encravado dentro do mesmo folículo.

Por que o pelo encrava?

As causas do pelo encravado são variadas, mas, geralmente, estão ligadas ao atrito da região ao usar roupas apertadas, como acontece na região da virilha e das coxas. Além disso, pode surgir na barba dependendo do tipo de barbeador usado ou até mesmo por questões genéticas. Tudo depende!

Os dermatologistas costumam pontuar que qualquer coisa que impeça o rompimento da barreira cutânea pode causar pelo encravado. Então, o ideal é analisar seus hábitos e adotar medidas para evitar o surgimento do problema.

Como evitar pelo encravado?

Seja por questões genéticas, por atrito, por mau uso de alguns produtos ou a escolha do método de depilação, dá para evitar o surgimento dos pelos encravados com alguns cuidados básicos na sua rotina. Olha só:

1. Esfolia essa pele, meu bem

Sim! A esfoliação consegue eliminar as células mortas superficiais da pele, deixando a barreira lisinha, sem nenhum resquício que possa “travar” o nascimento e crescimento do pelo. O ideal é fazer uma esfoliação corporal de uma a duas vezes por semana, fazendo movimentos circulares na região, sem colocar muita pressão.

esfoliante corporal sobre pinceladas do próprio produto em um fundo liso

Além disso, a indicação é optar pelo esfoliante um dia antes da depilação, para facilitar o processo de remoção. Já no período pós-depilação, o ideal é esperar pelo menos três dias para não sensibilizar a pele e gerar atrito. Ah, vale lembrar que isso vale para todo tipo de depilação, viu? Cera, barbeador, creme depilatório, entre outros.

Veja também: 8 passos para a esfoliação corporal perfeita

2. Mantenha a pele limpa e seca

Parece óbvio, né? Mas é importante deixar as regiões com tendência a pelo encravado sempre limpas e secas. No dia a dia, isso é mais fácil, porém tenha atenção redobrada quando estiver na praia, por exemplo, e passe sempre pela ducha, secando-se com uma toalha macia.

Além disso, nada de lavar a região com sabonetes antissépticos ou usar receitas milagrosas, porque as chances de ressecamento e efeito rebote são ainda maiores. O ideal mesmo é limpar com sabonete neutro e esfoliar 1x por semana.

3. Cuidado com a depilação

Independentemente do tipo de depilação escolhido, as chances de desenvolver pelo encravado existem, tá? Só que em alguns casos, como a depilação com lâmina, a possibilidade de inflamar é maior, do mesmo jeito que acontece quando a remoção não ocorre na direção do pelo.

Dessa forma, nosso conselho é: escolha profissionais capacitados para realizar qualquer procedimento depilatório ou, se preferir, fazer em casa, escolha um local confortável e faça com muito cuidado.

4. Evite usar roupas muito apertadas

Pensa só, quando a gente usa uma roupa apertada ela fica o dia inteiro em contato direto com a nossa pele, certo? O problema é ao caminhar, sentar e fazer as atividades cotidianas isso acaba gerando atrito e pode dificultar o crescimento do pelo.

Isso não significa que você nunca mais possa usar uma roupa de treino ou outras peças mais justas. Porém, quando puder faça algumas substituições, principalmente se for usar a peça por muitas horas.

5. Hidratar é superimportante

A gente sempre levanta essa bandeira aqui: hidratar a pele é fundamental. É comum dar mais atenção para a pele do rosto, só que o corpo todo merece esse cuidado, sobretudo as regiões com tendência a foliculite. O ideal, nesse caso, é sempre aplicar um hidratante corporal leve depois do banho, com a pele limpa e seca.

body lotion sobre pinceladas do próprio produto em um fundo liso

6. Atenção homens: cuidado redobrado na barba

Os homens também costumam sofrer bastante com os pelos encravados, principalmente aqueles que gostam de deixar tudo “na régua” e costumam se barbear várias vezes na semana.

Nesse caso, o principal ponto de atenção são os aparelhos de barbear usados, que devem ter lâminas limpas e bem afiadas. Além disso, é recomendado lavar o rosto com água quente para abrir os poros antes de iniciar o processo.

Vale a pena incluir na rotina hidratantes a base de centella asiática, em óleo ou em creme, para combater a inflamação, a vermelhidão e o surgimento de pelos encravados no rosto.

Pronto! Aplicando essas dicas na sua rotina você consegue dar adeus aos pelos encravados! Aproveite para conferir outros posts do nosso blog sobre cuidados com a pele, maquiagem e cabelos. Tem outras dezenas de dicas legais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BERNARDI, J. Foliculite da barba: impacto do processo de barbear sobre o controle e prevenção das manifestações clínicas.

BATISTA, A. S. M. Impacto das doenças dermatológicas na qualidade de vida. Instituto Politécnico de Coimbra. Disponível em: < http://hdl.handle.net/10400.26/19862> Acesso em 15 de mar. de 2023,

Sociedade Brasileira de Dermatologia. Foliculite. Disponível em: . Acesso em 15 de mar. de 2023.

NOLASCO, I. M. M. L.; RESENDE, J. R. Uso do ácido mandélico no tratamento de hipercromias pós-inflamatória: uma revisão de literatura. Scire Salutis, v. 10, n. 2, p. 35–42, 10 abr. 2020.

‌DANIELI, D.; GONCHOROSKI; CÔRREA, G. Tratamento de Hipercromia Pós-inflamatória com diferentes formulações clareadoras. v. 3, 2005.

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