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Esfoliação química: aprenda tudo com dermatologista

Entenda a diferença entre esfoliação química e esfoliação física e adicione essa etapa a sua rotina de skincare!

Dra. Adriana Vilarinho

25/05/2023

7 min de leitura

Dra. Adriana Vilarinho

7 min de leitura

A esfoliação faz parte da rotina de quem deseja ter uma pele mais macia e saudável e essa é uma das únicas maneiras de promover a renovação da camada superficial da pele.

O processo de descamação ajuda as peles acneicas, com cravos e espinhas, bem como melhora manchas e marcas comuns da idade. Ainda, além de promover uma aparência mais limpa, a pele fica mais uniforme e viçosa.

Esse processo de renovação celular, que substitui as células antigas por novas e mais saudáveis, é feita com a aplicação de produtos específicos para este fim, acelerando o desenvolvimento de uma pele melhor e mais bonita. 

Isso pode ser feito de duas maneiras: fisicamente ou quimicamente.

Esfoliação física X esfoliação química

Na esfoliação física, aquela que é possível fazer em casa e só pode ser feita até duas vezes por semana, são utilizados produtos que possuem grânulos que podem machucar se forem friccionados na pele.

Já a esfoliação química, que pode ser feita desde uma vez na semana, até uma vez no mês a depender do ácido e da concentração usados, deve ser feita com toda orientação e avaliação do médico dermatologista, já que o processo é mais delicado.

Sempre depois do procedimento, é importante suavizar a pele com ativos hidratantes e calmantes, tais como a aloe vera e o pantenol, e manter os cuidados diários da rotina de skincare.

A esfoliação química é feita principalmente através de produtos compostos de ácidos. Os mais utilizados são: ácido glicólico, ácido lático, ácido salicílico, ácido pirúvico, os alfa-hidroxiácidos, como o ácido málico, lático e glicólico.

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Além dos ácidos, a enzima de algumas frutas ácidas, como o abacaxi e romã também podem promover a esfoliação sem necessitar dos grânulos, como na versão física. São eles que vão trabalhar neste processo de fazer com que as células mortas se desprendam e deem espaço para que a pele nova tenha mais brilho e uma textura mais macia. 

Um ponto bem importante é que, como os produtos não devem ser esfregados, apenas aplicados, depois de um tempo de ação, que vai variar de acordo com o tipo e a necessidade da pele, os ácidos devem ser retirados e a pele devidamente hidratada.

Nunca se esquecer do uso do protetor solar, mesmo que a esfoliação seja feita no período de menos exposição solar, como no inverno, por exemplo.

Como a esfoliação química é mais intensa se comparada com a física, exige cuidados especiais durante e após a aplicação e, por isso, deve ser indicada sempre pelo médico 

+ Esfoliação: aprenda os benefícios

Por que fazer esfoliação química?

Para desobstruir os poros, retirar as células mortas da superfície da pele, acelerar a renovação celular e tornar a aparência da pele mais viscosa, iluminada e com aspecto e textura mais leve.

Alguns, dependendo da formulação, também podem auxiliar no controle da oleosidade, na uniformidade da cor da pele e na redução da intensidade das manchas.

Tudo isso vai depender da concentração de ácido e produtos que serão utilizados.

Quem pode fazer esfoliação química? 

Como já lembramos aqui, é sempre preciso ter a orientação do médico dermatologista para fazer a esfoliação química, uma vez que caso haja alguma irritação, ferimento ou hipersensibilidade na pele, não se indica esse tipo de procedimento.

Pode ser feita em qualquer época do ano, mas tudo vai depender da intensidade do ácido prescrito, da sensibilidade da pele – já que os produtos podem causar irritação – e, principalmente, se houver exposição solar.

As reações da pele após a esfoliação química vão depender do estado em que a cútis se encontra, por isso, as indicações são variadas e devem ser devidamente prescritas. 

Por exemplo, as peles mais oleosas são mais resistentes a agressões externas e se recuperam mais rapidamente. Por isso, podem ser esfoliadas diariamente com ácidos mais leves ou com peelings a cada 15 dias. Já as peles secas precisam de mais cautela, visto que é de suma importância que os tecidos estejam bem hidratados.

Como fazer a esfoliação química

  • Limpe bem a pele;
  • Aplique o produto escolhido na pele em movimento leves, sem esfregar ou friccionar;
  • Retire o produto por completo em água fria ou morna;
  • Hidrate a pele;
  • Faça o uso do protetor solar.

 E a esfoliação corporal?

A esfoliação também pode (e deve) ser feita no corpo, contudo, nestes casos é mais indicado que seja feita com produtos esfoliantes físicos. São aqueles produtos que possuem grânulos maiores e que são misturados em algum creme ou óleo corporal.

O objetivo do processo é o mesmo: limpar, renovar e hidratar a pele de maneira mais profunda e eficaz. Assim, haverá também a remoção da camada mais superficial que vai eliminar as células mortas e deixar a pele do corpo todo com uma aparência mais suave e lisa.

A frequência também depende do tipo de pele de cada um. As peles normais e oleosas podem ser esfoliadas uma vez por semana e as mais secas, podem repetir o processo normalmente a cada 15 dias. 

Como fazer a esfoliação corporal

  • Umedeça todo o corpo;
  • Aplique o esfoliante com movimentos circulares suaves, fazendo uma leve pressão.
  • Deixe o produto alguns minutinhos no corpo;
  • Enxágue abundante com água morna;
  • Com a pele seca, aplique um creme hidratante.

Gostou desse conteúdo? Descubra mais sobre esfoliação corporal aqui!

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