Ah, a tal da espinha interna… Você já sentiu aquela bolinha dolorida, que fica na pele, sabe? Não aparece na superfície, não forma aquela pontinha branca, mas incomoda e ainda pode doer só de encostar ou mexer no rosto. A gente sabe bem como é — e não é nada fácil lidar com essa “invasora silenciosa”.
E o pior: ela não dá o alerta visual que a gente quer para cuidar, então a gente acaba sem saber direito o que fazer, né? Relaxa, que hoje a gente vai bater um papo para explicar o que é essa espinha interna, por que ela surge e, claro, como tratar do jeito certo — sem sofrimento e sem piorar a situação. Venha com a gente!
Sumário
ToggleO que é espinha interna?
A espinha interna — ou espinha subcutânea — é aquela inflamação que fica dentro da pele, sem formar aquela “cabecinha” branca ou amarelada que a gente até espera para espremer (mas não devia, né?). Por isso, ela é meio traiçoeira: não dá para ver direito e parece um caroço que não some nunca.
Ela aparece quando os poros ficam entupidos com sebo, células mortas e bactérias, só que a inflamação acontece em uma camada da pele mais profunda. Daí ela fica dolorida, dura e sensível, mesmo sem aquele visual clássico de espinha.
Por que a espinha interna aparece? Entenda os gatilhos
A espinha interna não surge do nada, não, viu? Tem uma lista de “culpadas” que a gente conhece bem — e que, sinceramente, ninguém quer por perto. Quer saber o que faz essa danadinha aparecer mais vezes? Vamos lá:
Muita oleosidade no rosto
Se a sua pele é daquela que brilha fácil, já sabe que os poros ficam tipo ímã para sujeira e óleo, né? Sem uma limpeza bacana, o caso pode se agravar.
Células mortas acumuladas
A pele precisa se renovar sempre. Quando isso não acontece direito, as células antigas formam uma camada que fecha o poro, criando o ambiente perfeito para a inflamação.
Hormônios bagunçados
TPM, estresse, mudanças hormonais… É aquele combo clássico que deixa a pele toda nervosa e pronta para a espinha atacar.
Uso de produtos inadequados
Cosmético pesado ou comedogênico? Nem pensar! Eles só entopem ainda mais os poros e dão mais espaço para a espinha crescer.
Fatores externos
Poluição, maquiagem mal removida e, claro, aquele hábito de ficar mexendo no rosto (quem nunca?).
Estresse e vida corrida
Dormiu mal? Comeu muita besteira? A pele sente e a espinha interna aproveita a oportunidade para dar as caras.
Como identificar espinha interna? Os sinais que a gente sente
A espinha interna não dá sinal de “oi, tô aqui” com pontinha branca — sabe? Ela fica escondida, lá embaixo, só causando aquele incômodo chato, como um calombo dolorido que a gente não sabe direito o que fazer. Mas calma, tem como reconhecê-la sim! Fique atenta nesses sinais:
- Aquela dor chata ou incômodo quando você toca em um ponto específico da pele;
- Áreas durinhas e levemente inchadas, que parecem mais um calombinho do que uma espinha normal;
- Um vermelhinho discreto ao redor da região, nada muito gritante, mas que a gente sente;
- Aquela sensação de que tem “algo estranho” debaixo da pele, tipo um “caroço mole” que não sai do lugar;
- E, claro, o detalhe mais clássico: não tem aquela pontinha branca ou amarelada.
Como tratar a espinha interna sem machucar?
Primeiro combinado: não esprema! A espinha interna é um mistério escondido: se a gente apertar, só empurra a inflamação para mais fundo, aumenta a dor e ainda corre o risco de marcar a pele — e a gente quer o contrário, né? Tem um jeito certo para cuidar dela sem sufoco — olha só o passo a passo que preparamos para você:
1. Limpeza delicada, mas que funciona de verdade
A base de qualquer rotina de skincare saudável está na limpeza facial — e quando falamos de espinha interna, ela merece ainda mais atenção. Mas nada de agressividade! Esfregar a pele com força pode irritar, aumentar a inflamação e piorar a situação.
O ideal é usar um gel ou espuma de limpeza formulada com ácido salicílico, um ativo queridinho que penetra profundamente nos poros, dissolve a oleosidade acumulada e ajuda a eliminar células mortas que entopem o poro. A linha de produtos faciais com ácido salicílico atua também como anti-inflamatório leve, ajudando a reduzir a vermelhidão.
Skincare para rosto
2. Produtos certos para acne mais profunda
Quando a espinha é interna, os tratamentos convencionais muitas vezes não dão conta porque a inflamação está lá no fundo do poro, difícil de ser alcançada. Por isso, os ativos especiais são indispensáveis.
O peróxido de benzoíla é um poderoso antibacteriano, que elimina as bactérias causadoras da acne e ajuda a reduzir o inchaço. Já o ácido azelaico é multifuncional: controla a oleosidade, clareia manchas com ação anti-inflamatória, ideal para peles sensíveis que costumam ficar irritadas facilmente.
Já a niacinamida, por sua vez, é um ingrediente versátil que fortalece a barreira da pele, reduz a vermelhidão e uniformiza o tom, ajudando a evitar as temidas marcas pós-acne.
3. Compressa morna: aquele truque que nunca falha
Quando a espinha interna está inflamada, o incômodo pode ser grande, causando dor e sensação de pressão. Um aliado simples e eficiente para aliviar isso é a compressa morna.
Um pano limpo embebido em água morna (não muito quente para não irritar) aplicado sobre a região por cerca de 5 a 10 minutos ajuda a abrir os poros suavemente. Isso favorece a circulação local e permite que o processo natural de drenagem aconteça, sem precisar apertar ou mexer na pele.
4. Hidrate e acalme a pele
Pode parecer contraditório para quem tem pele oleosa ou acneica, mas a hidratação é um passo fundamental e muitas vezes negligenciado. Quando a pele está desidratada, ela produz ainda mais óleo para se proteger, o que só agrava o entupimento dos poros e a formação de espinhas.
O ideal é escolher hidratantes com textura leve, oil-free e não comedogênicos, que não obstruem os poros. Ingredientes como niacinamida, aloe vera e ácido hialurônico trazem aquele efeito calmante e regenerador, reduzindo a vermelhidão e a irritação causadas pela acne.
Além disso, uma pele bem hidratada responde melhor aos tratamentos e tem mais resistência a inflamações futuras. Por isso, não pule essa etapa — a sua pele agradece com muito mais equilíbrio e conforto.
5. Dê um tempo na maquiagem pesada
Durante o período em que a espinha interna está ativa, é importante reduzir o uso de maquiagem pesada, principalmente aquelas com fórmulas muito densas ou comedogênicas que podem piorar o quadro.
Prefira produtos oil-free, com acabamento leve e texturas que deixem a pele respirar. A Skin Tint Océane é uma ótima aliada para quem não quer abrir mão da make, mas precisa de praticidade e cuidado no dia a dia, já que uniformiza a pele com leveza e efeito natural. E tem um passo que é indispensável: remover toda a maquiagem no fim do dia. O Cleansing Balm Océane, com textura suave e eficiente, dissolve impurezas e maquiagem sem agredir a pele — essencial para manter a saúde do rosto em dia.
Uma limpeza eficaz evita que resíduos se acumulem e provoquem mais inflamação.
6. Protetor solar é não negociável
A pele com espinha inflamada fica muito mais sensível e vulnerável aos danos do sol. A exposição solar sem proteção pode causar manchas escuras (hiperpigmentação pós-inflamatória) e retardar a cicatrização, além de aumentar a irritação.
Por isso, o uso diário do protetor solar é de extrema importância para quem quer tratar a espinha interna sem consequências indesejadas. Escolha um protetor com toque seco, oil-free, sem fragrância e especialmente formulado para peles acneicas ou oleosas. Aplique generosamente e reaplique a cada duas horas se estiver exposta ao sol direto.
Para cuidar da espinha interna, paciência e o tratamento certo são seus melhores aliados para evitar marcas e desconfortos. Quer saber como cuidar das cicatrizes de acne depois? Confira nosso guia completo e dê um passo a mais para a saúde da sua pele!
Referências
Disponível em: <https://www.dermaclub.com.br/blog/rosto/espinha-interna.html>. Acesso em: 3 jun. 2025.
COMUNICAÇÃO, V. Espinhas internas: por que surgem? Como tratar? Disponível em: <https://sbdrj.org.br/espinhas-internas-por-que-surgem-como-tratar/>. Acesso em: 3 jun. 2025.